Do que Vale o Rio Doce?

Eu tenho evitado de falar sobre o incidente de Mariana, soltei uma ou outra piada em alguma rede social, mas indiferente disso, as pessoas devem saber minha posição em relação a isso. Eu ando sem palavras sobre o caso, e todas as noites leio sobre o caso antes de dormir. Talvez o ápice de minha indignação, se deu na noite de domingo para segunda. A notícia dizia que é impossível recuperar a área devastada pela lama. Do que vale Mariana?

Eu sou contra privatizações, primeiro porque em 90% das empresas privatizadas, elas visam lucro máximo, e investem pouco na própria infraestrutura. Não venham me dizer que foi um terremoto que cedeu a barragem, porque isso soa ridículo. A vale foi privatizada um dia antes do nascimento do meu irmão, eu tinha pouco mais de um ano. Desde que me conheço por gente, a Vale é uma empresa de capital privado.

Agora destruímos um rio, sem chances de recuperá-lo. Em breve toda essa lama chega ao mar. E aí? Do que vale tudo isso? 1 bilhão? Então abusamos da natureza, em busca dum pedaço de papel. Nesse caso, em busca de papel pra caralho. Mas para que? As pessoas não sabem ter o suficiente para viver, então eles destroem a natureza em busca de algo que é um fantasma, uma ideia possessa, uma ideia fixa.

Ironia é galera do PV ser financiado pela Vale, ãhm? Claro, não se limita, PT, PSDB e PMDB tão na merda, mas para um partido que se diz pró-natureza, é cômico. Mas também é trágico.

Sempre que eu via os atos do Green Peace, em outros países, lutando contra grandes empresas fodendo a natureza, eu achava foda, e agradecia por nunca ter ocorrido algo assim no Brasil. Podem chamá-los de eco-chatos, se quiserem, mas quem vai tirar a razão deles? É a porra de um rio, que foi morto em busca dum fantasma.

A questão é: até quando vamos ignorar a natureza, a vida, tudo em busca do dinheiro? Até quando vamos aceitar e submeter-nos aos desejos dos ‘poderosos’? A natureza nos pertence, apenas a nós. As empresas apenas invadem, dando-nos espelhinhos e botando os problemas no nosso cu. 1 bilhão, né? Tou sabendo.

E ainda querem categorizar essa merda da Vale como desastre natural, adivinha quem ficaria livre de responsabilidades assim? Pois é. Foder com o mundo e não querer indenizar a galera que se fodeu é fácil, não? Estamos ao pouco destruindo Deus – ou Deusa, depende de como você vê – em nome do dinheiro.

Presto total solidariedade à igreja da eutanásia. Salve o meio ambiente: se mate.

Vinte e Três

Quando eu fiz 23 anos, minha vida parecia ir bem, tinha emprego, estava terminando a faculdade e financiando um carro. Sonho de qualquer moleque classe média, não é? É engraçado, pois criam a gente assim. Cê estuda, mas estuda pra caralho, pra entrar numa federal ou estadual, aí tu estuda o dobro do que tu estudou até agora, cata um estágio então trampa e estuda pra cacete. Você quer ser alguém na vida, não? Então cê se forma, pega diploma, é promovido no trampo, financia um carro ou uma casa, e bem-vindo à sociedade.

Minha vida de jovem adulto classe média branco era linda, mas tudo começou a ruir pouco a pouco. Pouco a pouco, eu trabalhava aos montes. Dia e noite, noite e dia, hora extra e outros tipos de baboseiras. Sabe aqueles quadrinhos que cê dá risada, e fala que nunca vai deixar acontecer contigo, aqueles que mostram um cara deprê/estressado, que vai da casa ao trabalho, do trabalho pra casa? Bem, é uma triste realidade nossa, devo alertá-los.

Formado em programação, minha vida se resumia a tendinite e problemas de visão, aliados a estresse e pressão social. Merda. Eu queria ser um maldito programador foda, sou formado em ADS, no fim das contas. Todos esperavam de mim, ser um puta gênio matemático, ou coisa assim. Mas não era bem assim. Eu não queria ser assim.

Recebia um salário pleno, bom o bastante para ter um luxo próprio, videogames e jogos, todos originais. Mas, e daí? Não tinha a porra dum minuto pra poder jogar. Tempo todo, com os dedos nervosos, nervosos e nervosos. Digita, digita, digita. Minha média por dia eram 23 classes. Tudo tão lógico e minimamente arquitetado.

Fim de semana eu ia para almoços e jantares com a família, ou saía com os amigos. Com a família era aquele banquete, arroz, feijão, salada e um frango assado, que não pode faltar de uma família típica do interior; com os amigos era música, bebida, comida velha e cigarros. Esse frenesi todo, que me movia durante a semana.

Com o tempo, eu decidi simplesmente parar. Faltei um, dois, três dias no trampo. Logo mais fui demitido. Toda essa loucura, todo esse caos inerente ao sistema. Não consegui arranjar outro trampo, logo tiraram meu carro, minha casa, e a única coisa que havia me sobrado, era um pedaço de papel, que eu poderia colocar na parede e dizer orgulhoso: “Uh! Olha, eu sou formado”.

Mas do que vale tudo isso? Ter carro, casa, cachorro, família? Tudo que eu queria era não fazer nada, fazer o que eu quisesse fazer, não precisar me ordenar, saca? Ficar de boas, na boas. Visto que isso é impossível, vinte e três anos não é tarde demais. Nunca mais.

Aquele que caminha entre os mortos

Vocês que hoje caminham entre os vivos, um dia caminharão também entre os mortos. Esse texto tenta tratar um pouco da mortalidade humana. Não é novidade para ninguém, que morei muitos anos na rua, e quando ficava frio, no inverno, a cidade de São Paulo inteira era fria. Eu sempre buscava um local gostoso para me aquecer.

Um dia, caminhando ali pela Vila Romana e pela Lapa, passei de frente ao cemitério da lapa. Com os portões abertos. Entrei como se não quisesse nada. Para aonde eu olhava, via túmulos, e não conseguia tirar da minha cabeça, que abaixo de tudo aquilo, existiam pessoas. Todas mortas.

Andei por ali, e achei um túmulo aberto, com um caixão aberto. Era um caixão fino, desses de gente rica, saca? Não tinha ninguém por perto. Deitei-me no caixão e dormi por algum tempo. Não muito tempo, mas tempo o bastante para escurecer. Fui acordado com cutucões.

“Hey, hey, tu ‘tá morto? ”. Dizia a voz que me cutucava. Assustado, acordei no pulo, dizendo “Não, não, eu ‘tou é vivo, tu é louco”. O coveiro então soltou um suspiro e disse: “Então cai fora daqui, que aqui é um espaço dedicado aos mortos”.

E assim fui. Sai do cemitério, e comecei a andar. Subi sentido Heitor Penteado. Enquanto subia, dois carros colidiram, um de frente ao outro. Ambos motoristas mortos. Uma criança no banco de trás de um dos carros chorava. Senti pena de sua pobre alma, que acabara de perder o pai. Não deve ser fácil experimentar a mortalidade humana assim, vendo a morte de perto.

Em um momento a pessoa está respirando, pensando, vívido; no outro jaz morto, um pedaço de carne, sem alma ou utilidade. É chocante de se pensar sobre. E isso me assombrou, enquanto eu ia pela Heitor, Sumaré, até chegar na Dr Arnaldo, onde outro cemitério me chamou a atenção.

Andei por lá. O ambiente é maçante. Pessoas, pessoas e mais pessoas. Gerações e gerações de famílias. Todas debaixo da terra. Enterradas. Mortas. Pedaços de ossos inúteis. Era estranho, mas da mesma forma sublime. Achei uma cova, mas dentro dela não havia caixão. “Aqui é meu lugar”, pensei comigo mesmo.

Ouvi o coveiro do lugar conversar com outra pessoa, perguntava o que faria comigo, que estava ali deitado. Perguntou-me se eu estava morto, e fiquei quieto, de bico calado, como se estivesse morto, para tentar ver como ele reagia.

Sem muito pensar, ele começou a jogar a terra, tentando enterrar o buraco. Eu pulei, gritando, “eu ‘tou vivo, graças a deusa, eu ‘tou vivo, eu ‘tou vivo! ”. O Coveiro não parecia muito feliz com a coisa. “Saia daqui homem, teu lugar não é aqui. Esse lugar é dedicado aos mortos”.

De fato, o cemitério aos mortos, e apenas aos mortos, pertence. Nenhuma vivo deveria se submeter a essa humilhação, nem mesmo eu, que era morador de rua. Desde aquele dia, eu decidi sair da rua, voltei para minha família e a eles pedi ajuda, que me ajudaram alegres de braços abertos. Hoje sonho com um futuro melhor. Quem sabe um dia, ao invés de andar entre os mortos, eu descanse de fato com os mortos?

Hoje o ônibus não vem

A história que vou lhes contar, leitores e leitoras, aconteceu na última sexta 13, em março desse ano. Tinha me despedido dos meus camaradas, após uma grande deliciosa breja, e ia para minha casa. Mas vou te dizer, era meia noite, e eu tinha que correr para não perder o último bus. Veja bem, leitor, eu estava bêbado e dependendo da então nova rede de busões da madrugada.

Peguei o último metrô, para um ponto de ônibus, onde eu geralmente pego o busão mesmo. Tinham mais 3 pessoas no ponto. Sentadas, todas em silêncio. E acho isso engraçado, é como se a sexta-feira 13 estimulasse isso nas pessoas: um silêncio sepulcral vindo de dentro da alma. Às vezes eu pigarreava, para quebrar aquele silêncio. Mas todo permaneciam parados, olhando para a frente, como se nada acontece em suas costas, ou ao seu lado.

Pouco a pouco, cada pessoa subiu em um ônibus e apenas eu fiquei no ponto. Sentei-me na guia da calçada. Respirei fundo. Tentei me manter calmo, saca? Mas vou dizer que não é fácil, ainda mais na madrugada de sampa. Não desejo isso a ninguém. Talvez minha criação tenha contribuído com a coisa toda, mas o fato é que eu comecei a respirar pesado, como em um ataque de claustrofobia. Comecei a suar frio, e o frio da madrugada me deixava desconfortável.

Algo dizia para mim, a todo momento, a todo momento, a todo momento: “Hoje o ônibus não vem”. E uma angústia batia em minha alma, meu coração acelerava o ritmo. Eu olhava para cima, e via apenas a escuridão do seu paulistano. Nenhuma estrela. O Vazio. Olhava de um lado a outro, de um lado a outro, e não havia nada.

Sempre senti um apelo para com Vazio, devo dizer. Principalmente na época em que eu lia e debatia filósofos existencialistas com o Levs. 2012, 2013? Não faz muita diferença agora, faz? Olhar para a imensidão do céu, e ao invés de ver o Universo, ver o vazio; olhar para a rua, e ao invés de ver pessoas, ver o vazio. Por mais contemplativo que seja, dá um cagaço do caralho. Principalmente em Sampa.

Meia hora, desde que me sentei no guia da calçada, uma da matina. Uma da matina, nem ônibus, nem vida. Apenas o vazio. Eu queria apenas abaixar a cabeça, e sentir todo aquele vazio, fazer parte dele, mas abaixar a cabeça significa abaixar a guarda. Ao longe ouço um grito, triste, melancólico. Nem de cachorro, nem de humano. Provavelmente alguma Banshee. Alguma alma transita entre a vida e a morte, nessa madrugada de sexta 13.

Sair para beber em uma quinta-feira 12, após a faculdade, foi a pior decisão da minha vida. Sou supersticioso, quem lê o que escrevo já deve ter percebido. Se passo por gatos pretos, tenho que cuspir no chão, passar de baixo de escadas? ‘Tou fora, chapa. Mas a questão é, naquela avenida nem gato preto passava. Era eu, eu, e eu, e às vezes a voz, que me dizia que hoje não teria ônibus.

A solidão e o vazio faziam um jogo engraçado em minha mente. Não sei explicar o sentimento, mas é como se eu entendesse a solidão de Thorreau em ‘A vida no bosque’, ou a paranoia e a loucura de Kerouac em ‘Big Sur’, com a diferença de que eu não passei dias e dias excluído da sociedade, mas apenas uma hora sentado, em plena solidão duma cidade que, na teoria, nunca dorme.

Quando era duas e pouco da matina, o silêncio sepulcral foi interrompido por um leve bater de metal em concreto. Uma sombra, um tanto quanto alta, vinha em minha direção, com a perna esquerda enfaixada, apoiando-se em uma bengala. Me levantei, e me virei totalmente olhando para a figura. Oh, teriam os deuses virados as costas para mim? Seria esse o destino de minha vida? Morrer bêbado? Nesse meu desespero embriagado, não percebi a lentidão em que ele vinha em minha direção. Em 15 minutos de caminhada, eu despistei o homem.

Não sei se foi uma boa ideia, mas andei por muito tempo. E o mesmo sentimento, e o mesmo cenário. O vazio estava ali. Andei por mais duas horas inteiras, em busca de vida, de pessoas. Tudo era tão vazio. São Paulo, a cidade dos santos, onde todos estavam mortos e enterrados embaixo de suas cobertas, enquanto um bêbado qualquer andava, desnorteado, procurando o sentido da vida, o despertar da civilização, numa cidade imersa no Silêncio.

Eu gritava, gritava e gritava, em busca de alguém, em busca de algo, qualquer coisa. É como se todos tivessem trancado suas casas, colocado sal nas portas e janelas, e eu tivesse me tornado uma criatura da noite, que vaga resgatando velhas lendas e superstições, tentando devorar almas.

Por fim abro meus braços, como Cristo, e solto meu corpo, caindo de cara no concreto. E então algo me ilumina. Levanto minha cara, deixando o sangue de meu nariz escorrer, e vejo que um ônibus vir em minha direção, não um ônibus qualquer, é claro, mas o meu ônibus. Dou sinal, ele para, eu entro. Simples assim. Sorrio para o motorista, com meus dentes vermelhos, do sangue que escorre do meu nariz. São 4h30, os ônibus voltaram a sua circulação habitual. Mas a voz na minha cabeça estava certa, nessa noite meu ônibus não passou, e se passou eu estava embriagado o bastante para não perceber. Atravessei a catraca e o cobrador disse: “Uma noite daquelas hein? ”. “Você nem imagina, chapa”, respondi, “você nem imagina”.

Sexta 13

Senhoras, senhores e criaturas do inferno generalizadas. Uma boa tarde a todos.

São 18h30, em menos de uma hora, começarão as comemorações do blog para essa sexta-feira 13. Teremos três 3 contos, cada um contando uma história de três pessoas diferentes, com perspectivas diferentes sobre a vida a morte, e seus finais trágicos e nem tão trágicos.

Começaremos contando a história de um jovem, na sexta 13 de março desse ano, no texto “Hoje o ônibus não vem”, que será postado no blog às 19h19. Seguido por “Aquele que caminha entre os mortos”, às 21h21, sobre um mendigo que dormia em cemitérios, e como ele encara a morte – e a vida. E por fim “Vinte e Três”, sobre um garoto de 23 anos “Bem sucedido” na vida, às 23h23.

Então fiquem ligados, porque a próxima sexta 13 é só em maio de 2016!

Então você quer um pouco de violência gratuita?

Alguns amigos meus aprovam violência gratuita em mídias de entretenimento, e acham que a literatura deveria adotar essa postura. Então vocês querem um pouco de violência gratuita na literatura?

Que tal se eu começasse entrando em sua casa, molestando seus cachorros e gatos? Então eu bateria na sua cara com um pedaço de vassoura, até que seus dentes saíssem. Eu pegaria seus dentes e os colocaria no liquidificador, com um pouco de urina e merda, dissolveria. Amarraria você e sua família em uma cadeira e os faria beber, até vomitarem e se cagarem inteiros.

Enquanto vocês estivessem vomitados e cagados, eu sacrificaria seus bichinhos de estimação, e jogaria seus sangues e suas tripas em vocês. E amarraria seus intestinos grossos no seu pescoço e no pescoço da sua família. Você provavelmente ficaria perturbado o resto da vida, com o grito de dor de seus animais, certo? Calma, o resto da vida não dura muito.

Eu esquentaria um cutelo com um maçarico, e o passaria devagar em sua coxa, como um serrote, suavemente: pra frente, pra trás, pra frente, pra trás; e quando sua perna se cortasse por completo, eu usaria ela pra espancar seu pai, até que ele ficasse com a cara inchada e cuspindo sangue. Então eu pegaria o cutelo e cortaria fora o seu braço, e enfiaria no cu dele, como um fisting, ou um canibalismo pela bunda.

Com a sua mãe, eu abriria a barriga dela com as unhas, e arrancaria seu coração com o punho, e faria você comê-lo enquanto ainda bate, arrancaria as tripas dela e as cortaria como uma linguiça, enfiando tu no teu cu como um bate-estaca do alabama*.

Por fim, eu arrancaria a cabeça do seu pai, moeria seu cérebro e misturaria com a porra dele, e faria você beber inteiro, até se engasgar nesse misto de porra-cérebro-sangue. Jogaria gasolina em cima de você, enquanto te perfuro com um pedaço de pau em chamas, furando seu intestino e pulmão, enquanto coloco Sinatra no fundo, para acompanhar o rito de seus gritos de dor.

Então você quer um pouco de violência gratuita? Imaginar os outros sofrendo é fácil, quando não é com você, ou seus familiares. Violência gratuita em excesso, é como arrancar seus braços e enfiar os dois no seu cu, até arregaçar tudo e você ficar chorando, não é legal. A questão é: Você ainda quer um pouco de violência gratuita?

–><–

*Bate-estaca do Alabama consiste em cagar no ânus da pessoa, depois fazer sexo anal até entupir o intestino.

RG dos Cães

Um virgem de 23 anos vivia sozinho em um canto qualquer da cidade de Brasília. Passava a sua tarde inteira a meditar e tomar chá de cânhamo, para estimular seus pensamentos e relaxar seu corpo e sua alma.

Em uma de suas meditações, ele decidiu comprar um cachorro. Um não, dois cachorros. Foi ao centro e comprou dois cachorros, filhos do capeta, também conhecidos como pinscher, filhos de crias diferentes. Quando chegou em casa, os soltou pela casa e fez um chá para meditar. Sentou-se, e tomando seu chá, e ele começou a meditar, enquanto observava seus novos cachorros.

Algo que lhe chamou a atenção, foi que um cachorro cheirava o cu do outro. E ficou observando eles, em sua cheirada mútua, e por muito se indagava o que diabos eles estavam fazendo. No outro dia, decidiu ir à biblioteca da cidade e ler alguns livros sobre o comportamento dos cachorros.

Descobriu então, que os cachorros fazem isso para tentarem se conhecer, e que assim entendiam os sentimentos, pensamentos e tudo sobre o cachorro. Voltou para a casa, e meditou sobre o que leu. Passou horas, horas e horas meditando, e chegou à conclusão que o cu do cachorro era o RG natural.

Curioso sobre o funcionamento, tirou todas suas roupas, e de quatro deixou que seus cachorros cheirassem seu cu, deu algumas risadinhas, uma vez que eles lambiam o buraco. Não obstante e satisfeito com a experiência – sem saber se seus cachorros de fato lhe conheciam – pegou um deles pela cintura, e deu uma fungada no cu do cachorro, que no mesmo momento, soltou uma rajada de merda em sua cara. Ao perceber a cagada que tinha feito, o virgem foi iluminado.