Previsões para o fim dos tempos!

O fim do mundo está próximo, eu acho. Na virada para o século de 3200 (daqui a 19 anos), o mundo encontrará o seu fim! Sim, eu sei, é uma verdade dura demais de se acreditar, tipo a morte. Acreditasse que então surgirá Malaclypse, O Mais Mais Jovem (youngerer), e assim como Mal-1, ele carregará uma placa escrita ‘Doom’. Ou será que era ‘Dumb’? Não me lembro. De qualquer maneira, as pessoas em repúdio cagarão em suas próprias mãos e jogarão em Mal-3. Para nós, Mal-3 é um santo. Para os outros, ele é um bosta.

Então, Nossa Senhora ficará furiosa com os humanos, condenará toda a raça (inclusive irmãos e irmãs discordianes) a virar Coprofagianos, gerando repulsa, que gera caganeira, que gera fome, que come, que gera caganeira, que gera fome, e bem, vocês entenderam. Ou não. E como os dejetos tem, por sua vez, menos nutrientes que a comida ingerida, os seres humanos aos poucos se matariam, até sua extinção.

Mas só há um jeito de evitar isso. Os interessados em evitar o fim da humanidade, devem tirar selfies com 5 biscoi- digo, bolachas oreo na boca, e enviar para o e-mail nwgamerz@gmail.com, para serem iluminados com a tática de sobrevivência.

Esse não é o melhor texto, que eu escrevo, mas eu não me importo. A verdade é que não existe verdade além da Verdade, então meu texto é irrelevante, se ele é irrelevante, eu estou pouco me fodendo pra ele. Assim como eu estou pouco me fodendo para sua opinião.

 

Dia 68 de Discórdia de 3181 YOLD.
Sacerdote Anderson Victorious Molotov,
o Lunático Bebedor de Coquetéis Molotov.
São Paulo, Brasil, América do Sul, Américas,
Planeta Terra, Sistema Solar,Braço de Órion,
Via láctea, Universo, Multiverso, p-Brana.

Hoje o dia começou meio Blues…

Não sei dizer, hoje o dia começou meio blues. Eram umas oito horas, quando meu alarme começou a soar, e eu o desligava, e essa brincadeira foi até mais ou menos umas 9h40 da manhã. Tenho um alarme a cada 20 minutos, das oito até o meio do dia, embora eu sempre acorde às 9h, nunca se sabe quando irei precisar dos outros.

A primeira coisa que fiz, quando desliguei o alarme às 9h40, foi pegar o celular. Abri o Whatsapp, um amigo estava falando que odeia os comentários do G1, eu dei risada e falei que sentia o mesmo com os comentários do Tecmundo (Ele trampa lá). Eu tinha pego o bonde andando, os caras ficaram conversando a madrugada inteira, eu não queria ler o log.

Abri o app ‘notícias e clima’ da google, lá tinha alguma matéria com ‘Dilma’ no título, simplesmente pulei, porque não gosto da presidente, e muito menos das pessoas que tentam difamar ou glorifica-la, simplesmente não me interessa. A notícia seguinte fez meu coração bater como um martelo, voltei naquele chat do whats e comentei a notícia, e mandaram eu ler o log, eles estavam reclamando dos comentários dessa notícia no G1.

A verdade é que ele se foi, e Lucille vai ficar lhe esperando chegar em casa à noite, sozinho, e vai ficar esperando tu pega-la e começar a toca-la, fazendo sons engraçados que você achava legal.

Mas tudo bem, ele se foi, mas ele é eterno, o jeito frenético como ele e Lucille se engajam e dançam e encantam todos a sua volta, sempre foi predestinado a ser eterno, e eu não tenho dúvidas, de que hoje em diante, esse jeito alegre, diante da triste, será eterno. Eles ensinaram, e ainda hoje ensinam muita coisa, se você está disposto a absorver esse conhecimento. E provavelmente continuarão a ensinar, nunca é tarde demais.

Uma coisa que eu aprendi com ele, é que o Tempo é um Ladrão, que quer roubar os seus amanhãs e deixa-lo no vazio de ontem. Ele já dizia isso em 1982, e eu só fui ouvir 31 anos depois. Por isso devemos valorizar cada minuto, e não deixar um minuto sequer escapar, porque o Tempo é um maldito ladrão.

Sua pegada suave e ágil, sempre me influenciou, e sempre influenciará. Sempre influenciará minhas poesias, sem o apoio de seu Blues, talvez eu nunca veria a cidade, como eu vejo em Poesia Urbana, talvez a Poesia Urbana e Outros Poemas Caóticos fosse uma coisa totalmente diferente, uma poesia sem blues.

Hoje o dia acordou meio Blues, e é duro de saber que o Rei do Blues não está mais entre nós. Ele provavelmente está em um lugar melhor agora, e um dia espero andar com o Rei, pois sei que nesse momento ele deve estar sentado em algum lugar, junto a Bobby Bland, Louis Armstrong e Robert Johnson, tocando um Blues cósmico. Hoje à noite as estrelas estarão brilhando, de braços abertos para ele. Hoje haverá um concerto no céu.

John Constantine, exorcista, demonologista e mestre das artes das trevas

*É altamente recomendado o uso de Sex Pistols, como música de fundo, durante a leitura*

Hellblazer é uma série de quadrinhos problemática, e até mesmo polêmica. Misturando cristianismo com ocultismo e política, Hellblazer consegue ser uma das HQs mais interessantes dos últimos tempos. Sou suspeito para dizer, claro, gosto dessas coisas mais politizadas e que geralmente andam na contramão. Hellblazer consegue seguir numa linha contrária ao da maioria das HQs, onde um herói salva o mundo, em nome dos Estados Unidos da América, uma nação abaixo de Deus. Ela leva essa perspectiva a outro nível, ao assumir que toda forma de governo é corrupta e dominada por demônios, que querem dominar o mundo.

A tentativa de adaptação para filme não foi lá muito fiel à HQ, mas manteve o estilo único de John. O filme merece uma espiada, embora seja um John diferenciado do John das HQs. O filme carrega o Sobrenome do anti-herói. O mesmo ocorre com a série, que chega a ser mais fiel às HQs, sendo John um filho da puta arrogante, que finge não se importar com ninguém a sua volta e, mesmo cheio dos mais diversos vícios, tem um bom coração e zela pela vida de todas as pessoas.

A série começa com John internado em um hospício, por conta dos eventos de Newcastle, e ele percebe que está apenas perdendo seu tempo ali dentro. A série tenta incluir uma moça (Liv) para ser companheira de John e Chas, mas ela não saiu do projeto piloto, aparecendo apenas no primeiro episódio. No começo da série, Constantine é um camarada meio tímido, não fuma ou bebe em excesso, mas conforme a série vai se desenvolvendo, nós vemos o mesmo Constantine de ‘Hábitos Perigosos’, especialmente nos últimos episódios, onde a BBC não fazia muita pressão, e dava mais liberdade criativa aos roteiristas, que tentaram manter uma série mais fiel aos quadrinhos.

Algumas pessoas têm me perguntado se vale a pena assistir, já que a série não tem um futuro certo. E embora eu seja suspeito para dizer, eu recomendo do fundo do meu coração. Eles conseguem manter uma plot instigante, que o mantém preso, enquanto faz referência a diversos tipos de magia, com aquele ar meio sujo e punk, dando aparecer que o próprio Alan Moore escreveu a adaptação para a série. Como no terceiro episódio, em que John pede ajuda de Johnny Rotten (colocando fones de ouvido ao som de Anarchy in the UK), para não ouvir a voz do ‘Primeiro dos Caídos’, que poderia leva-lo a cometer suicídio. E embora alguns episódios aparecessem meio arrastados, eles acabam carregando mensagens profundas, como o questionamento de Zed sobre seus dons em ‘Anjos e Ministros da Graça’, ou como o comprometimento de Manny, John, Chas e Zed em salvar o mundo da Brujeria, o grupo envolvido na Ascensão da Escuridão, que não tem absolutamente nada a ver com a Banda.

Até o momento de escrita desse texto, a série não tem um futuro certo, havendo especulações sobre a série ir para o SyFy com o nome de Hellblazer. Mas a certeza que fica é a de que haverá uma continuação. A série pode ser assistida via Popcorn Time, ou pelo canal Space de TV, atualmente não está disponível no Netflix.